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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

A Páscoa



A Origem da Palavra Páscoa

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém a sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem. E páscoa é muito importante para os cristãos pois celebra a ressurreição de Cristo.



Páscoa





sábado, 30 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

domingo, 12 de abril de 2009

Páscoa na RÚSSIA




A celebração da Páscoa na Rússia começa no Sábado a noite, quando os fiéis vão à Igreja e a meia-noite, caminham a volta das igrejas com velas a cantar hinos, até que o Padre bate na porta da Igreja três vezes, convidando os fiéis a entrarem para celebrar a Ressurreição de Cristo. Depois da bênção da sua comida, levada em cestos de Páscoa à Igreja, os fiéis voltam a casa para celebrarem com as famílias e fazem uma grande festa.
Entre as prendas são ovos coloridos com desenhos de fertilidade ou simplesmente decorados com cores brilhantes – este costume começou quando em 1884, o TsarAleksandr III pediu a Karl Fabergé, joalheiro e artista da Corte, que fizesse um ovo especial para ele oferecer à Tsarina. O ovo é símbolo de fertilidade e de eternidade.
Quando se dá o ovo, se diz “Kkristos Vosgrés” (Cristo levantou) ao qual se responde “Voistinu Vosgres” (verdadeiramente levantado). Esta tradição remonta aos tempos antigos, quando Maria Magdalena trouxe um ovo ao Imperador Tiberius, dizendo “Christo levantou”.
Na semana antes da Páscoa (Paskha), as pessoas trazem vergas de salgueiro para casa (“Verba”), tocando com eles uns nos outros para dar sorte.
A comida tradicional na Paskha é um bolo de nozes e frutos, chamado Kulich e para barrar neste bolo, uma pasta de queijo doce, chamada Paskha. Na Kulich se escreve em pedaços de fruta seca as letras em cirílico XB (Khristos Vosgres). Mas o Kulich e a Paskha são apenas duas estrelas na noite.

Também na mesa de Páscoa estará presunto ou borrego assado, começando uma festa depois dos 40 dias de jejum, tradicionalmente sem produtos animais, portanto um jejum vegana.
Olga SELYANINA

sábado, 14 de fevereiro de 2009

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Dia de Reis


Dia de Reis

 

O dia seis de Janeiro, de há dois mil e nove anos atrás, foi o dia em que os reis magos chegaram à gruta onde Jesus nasceu.

Os reis Baltazar, Belchior e Gaspar levaram três presentes: mirra, ouro e incenso. Para lá chegar, os três  reis magos seguiram a estrela do Oriente.

Apartir daí, todos os anos nesta data comemora-se a tradição do dia  de Reis . Na nossa ilha comemoramos esta data comendo bolo-rei, que é um tradição vinda do Continente. Este bolo é circular, leva frutos secos e frutas cristalizadas que simbolizamos diamantes e as pedras preciosas das coroas dos reis. É costume, também, um grupo de pessoas juntar-se para cantar, de porta em porta, as Janeiras e desejar um bom Ano Novo. Os donos da casa convidam-nos para entrar e doces e bebidas.




quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

A Promessa de Natal

A Promessa de Natal

 

Vi um camião cheio de árvores de Natal e cada uma tinha uma história para contar. O motorista colocou-as em fila e ficou à espera que as pessoas as viessem comprar. Pendurou umas luzinhas brilhantes e uma placa em que se podia ler em encarnado:


 ÁRVORES DE NATAL PARA VENDER 

Quando o homem se servia de chocolate quente duma garrafa térmica fumegante, uma mãe, um pai e um menino pararam o carro apressados e começaram a procurar a árvore mais bonita de todas.
O rapazinho ia à frente e com um olhar reluzente, exclamou:
- Elas têm cheiro de Natal, mãe! Sinto o cheiro de Natal em todo o lado. Vamos comprar uma árvore de quilómetros de altura. A maior que pudermos encontrar. Uma árvore que chegue ao tecto e nem dê para carregar. Uma árvore tão grande que até mesmo o Pai Natal, quando olhar, se admire e diga: "Esta é a árvore mais bela que já vi neste Natal!"
Para achar o pinheirinho perfeito procuraram com muito cuidado. Aqui e ali, e até mais de uma vez, o pai examinou e balançou mais de seis.
- Mãe, mãe, encontrei, encontrei o pinheirinho de que mais gostei! Tem um raminho partido, mas pode ficar disfarçado. Do anjinho da avó tiraremos o pó e lá no alto ficará a guardar-nos. Podemos comprá-la? Por favor, por favor! - pediu com fervor.
- Que tal um chocolate quente? - perguntou o vendedor indulgente, enquanto abria o termo para aquela gente. - Isto sim vai aquecer o ambiente!
E em três pequenos copos de papel serviu o chocolate. Brindavam, esperançosos, a mais um Feliz
Natal.
- Escolheste muito bem. Este é realmente o melhor pinheirinho. Feliz Natal! – disse o homem, amarrando o pinheiro com um cordão.
Mas o rapazinho estava triste porque o preço era alto demais para o que o pai podia pagar. Foi então que o vendedor lhe fez uma proposta:
- A árvore é tua com uma condição: tens de manter uma promessa. Na noite de Natal, quando te fores deitar e rezar, promete guardar no teu coraçãozinho o encanto do Dia de Natal! E agora corre para casa, senão este vento gelado as tuas bochechas vai queimar.
E assim foi, com o vento zunindo, durante toda a noite gelada. O bom homem ofereceu árvore, após árvore, após árvore. Com cada pessoa que apareceu brindou com o chocolate quente.
E quem jurou manter a promessa de guardar no coração o encanto do Natal, saiu na noite contente, cantando canções alegremente. Quando tudo acabou só uma árvore restou. Mas ninguém estava lá para esta árvore adoptar. Então, o homem vestiu o seu grosso casacão e partiu para a floresta com a última árvore da festa. Deixou o pinheirinho perto de um pequeno 
riacho, para que as criaturas sem casa pudessem fazer dela a sua morada.
E sorria enquanto tirava os flocos de neve que na sua barba encontrava. Foi então que por detrás de um arbusto uma rena quase lhe pregou um susto. Olhou para ela e sorriu. Fazendo uma festinha na grande criatura, pensou com brandura: 
"Parece que o Natal chegou novamente! Ainda temos muito chão e muitas coisas para fazer! Vamos para casa, amiga, trabalhar neste Natal que vai começar.”
Olhou para o céu, ouviu os sinos a tocar e, num pestanejar, já lá não estava o vendedor.

 

(in “Terra do Nunca”, Ano 3, N.º 201, DEZ00 – História de Howard D. Fencl)